Este final de semana, mais precisamente na sexta-feira, um amigo saltou de pára-quedas e perguntei a ele:
"Qual a sensação?"
E ele me respondeu:
"É incrível, sem comparação, é uma sensação de liberdade, só pulando mesmo..."
Então me veio a pergunta, o que seria essa sensação de liberdade que ele me falara, que era sem comparação?
Afinal o homem tem tentado ser livre desde os primórdios da humanidade, seja a liberdade de uma sociedade imperialista, para citar a mais "recente", temos o caso de Cuba que vive em um regime comunista a 40 anos e que agora com a doença de seu "Líder" Fidel Castro talvez conheça o que é liberdade, sabendo que muitos dos cidadãos de Cuba nasceram e morreram sem saber o que é escolher seu líder governamental.
Ou seja simplesmente o mais primitivo conceito de liberdade o de voar como um pássaro. Então o homem criou maquinas para sentir essa sensação, talvez a "maquina" que mais se aproxime disso não seja o pára-quedas, afinal o nome já diz, pára-quedas (você não esta voando, está caindo, de forma controlada concordo, mas está caindo), mas sim a asa-delta, pois essa sim se assemelha ao vôo você estará planando como uma águia com uma leve diferença, você está preso na asa por cintas e correias e isso não gera sensação de liberdade.
Voltemos então ao pára-quedas, você ainda esta preso, mas bem menos que na asa-delta pois é só uma mochila e por um tempo você estará sozinho com o vento, só você e o vento no rosto como uma ave, claro ai você cai na real que tem que puxar aquela maldita cordinha se não você ira cair como um monte no chão.
Ai é onde me recordo do filme Matrix, onde o protagonista Keanu Reaves (Neo) se liberta da realidade que conhecia (onde é claro que ele morreria com uma queda como essa) e descobre a realidade, e percebe que tudo o que vivemos é falso que essa queda não o mataria, mas também que talvez fosse mais feliz não sabendo que tem a "facílima" missão de libertar toda a humanidadede uma falsa realidade, claro tudo isso sem perguntar nada pra ninguém.
Imagine você no conforto do seu lar e aparece um cara com óculos escuros e sobretudo e fala "Liberte sua mente, saia do mundo de Matrix".... e BENG!!! Teu mundo acabou você descobre que para o jantar tem aquela mesma gosma branca sem gosto que você comeu no café da manhã e no almoço, e que aquele terno Armany ou a balsa Lui Volton também não existem e você tem que se contentar com roupas que nem um mendigo teria coragem de usar.
Se me perguntassem eu preferiria a ignorância e ser preso a esse mundo que esse maluco de sobretudo quer me tirar, afinal a liberdade é mais um sonho, afinal até Willian Wallace que almejava a liberdade de seu povo morreu e não viu a liberdade da Escócia, e creio que ele sabia o significado da palavra Liberdade.
Mas isso não é motivo para você não querer ser livre, afinal cada um de nós tem uma definição para liberdade.
Voltemos então ao pára-quedas, você ainda esta preso, mas bem menos que na asa-delta pois é só uma mochila e por um tempo você estará sozinho com o vento, só você e o vento no rosto como uma ave, claro ai você cai na real que tem que puxar aquela maldita cordinha se não você ira cair como um monte no chão.
Ai é onde me recordo do filme Matrix, onde o protagonista Keanu Reaves (Neo) se liberta da realidade que conhecia (onde é claro que ele morreria com uma queda como essa) e descobre a realidade, e percebe que tudo o que vivemos é falso que essa queda não o mataria, mas também que talvez fosse mais feliz não sabendo que tem a "facílima" missão de libertar toda a humanidadede uma falsa realidade, claro tudo isso sem perguntar nada pra ninguém.
Imagine você no conforto do seu lar e aparece um cara com óculos escuros e sobretudo e fala "Liberte sua mente, saia do mundo de Matrix".... e BENG!!! Teu mundo acabou você descobre que para o jantar tem aquela mesma gosma branca sem gosto que você comeu no café da manhã e no almoço, e que aquele terno Armany ou a balsa Lui Volton também não existem e você tem que se contentar com roupas que nem um mendigo teria coragem de usar.
Se me perguntassem eu preferiria a ignorância e ser preso a esse mundo que esse maluco de sobretudo quer me tirar, afinal a liberdade é mais um sonho, afinal até Willian Wallace que almejava a liberdade de seu povo morreu e não viu a liberdade da Escócia, e creio que ele sabia o significado da palavra Liberdade.
Mas isso não é motivo para você não querer ser livre, afinal cada um de nós tem uma definição para liberdade.
E qual a sua definição?
Um comentário:
Hehehe, você nem acredita que sou eu aqui respondendo essa viajação não é? Pois é, sou eu mesmo, o Bruno que te conheceu na C10. Bom vamos lá...
Você está tentando definir uma coisa como absoluta, quando na verdade ela é relativa. Primeiro deve-se pensar em ser livre do quê? Essa pergunta já basta para tornar a "Liberdade" relativa. Outro ponto a ser considerado é que a liberdade é composta por níveis, ou seja, não há como ser absolutamente livre de tudo. Há limites que nos são impostos ou que nós mesmos colocamos para que uma determinada liberdade possa ser desfrutada. Exemplo? Você pode se considerar livre para ir aonde for, mas na realidade você não pode ir a onde bem entender, não pode entrar na casa de qualquer um, etc. Essa é uma forma de colocar um limite(nível) de liberdade, que não chega a privá-lo totalmentente. O que se pode enteder disso? Oras que toda a liberdade que temos, são liberdades parciais. Sendo um pouco mais filosófico agora, uma liberdade total, é quando você se liberta de si mesmo, de todos os seus valores, dogmas, medos, sentimentos e emoções, ou seja, qualquer coisa que lhe possa impor uma barreira. Usando o exemplo do Matrix, ali há uma tentativa ficcional de se libertar de "si mesmo", abrindo mão de toda uma realidade que a pessoa conhece para entrar em contato com algo que conflitaria com todo o seu lado racional. Isso é praticamente impossível, pois tende a anular toda a sua forma de pensar e recriar outro mecanismo que irá assumir seu lugar. Em termos emocionais e psicológiso, isso é prativamente trocar seu EGO por um novo.
Reafirmo que a liberdade é relativa e nunca chega a ser absoluta.
Para não me delongar muito, concluo dizendo que não há como descutir sobre liberdade se não houver um referencial e definições possibilidades e sensuras.
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